A ligação metálica, como o próprio nome já diz, ocorre entre os metais, ou seja, elementos eletropositivos. O fato deles serem eletropositivos nos diz que os átomos de ligação não têm afinidade por elétrons, eles não querem ganhar elétrons, eles buscam perder. Com isso, é formado o que chamamos de mar de elétrons. Na ligação metálica, nenhum elemento quer ganhar, então eles fazem com que os elétrons fiquem livres, não pertencendo a nenhum dos átomos. Um mar onde o elétrons estão mergulhados. Esse fato explica a condutibilidade elétrica da maioria dos metais.
Primeiramente, precisamos diferenciar carga nuclear de carga nuclear efetiva. A carga nuclear de um átomo é dada pelo número de prótons (NÚMERO ATÔMICO) presentes no núcleo desse átomo, e é representada pela letra Z. Então, carga nuclear é o máximo de carga (energia) que o núcleo tem pra distribuir. Exemplo: Z do Carbono: 6. Já a carga nuclear efetiva é a que determina a interação do núcleo para com um elétron específico. É a parcela da carga nuclear total que atua num elétron. Dependendo da quantidade de elétrons restantes no átomo, a força de atração pode ser maior ou menor. Se há somente um elétron, a carga efetiva será a mesma da carga nuclear. Essa carga não é igual a carga do núcleo devido aos efeitos de penetração dos elétrons mais internos. Esse efeito de penetração é chamado de BLINDAGEM . Lembram dos subníveis energéticos ? O subnível s está mais próximo ao núcleo, ou seja, está sendo mais atraído pro núcleo do que os outros. Então: S>P>D>F M...

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